posts recentes

...

21 anos de nós 2... 4 ano...

Os homens deviam nascer m...

Vai correr tudo bem

Eu sei que não tem sido f...

O meu primeiro dia de esc...

Aqui vamos nós

A magia da arte

A caminho

Mães quase perfeitas

Laçada#1

Dizem que os opostos se a...

Simplicidade

Há muito tempo...

Limites

Há dias assim...

A Vida de Adèle

Objectivos#6

Aprender a amar(-me)

Objectivo#5

arquivos

Fevereiro 2015

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Abril 2014

Março 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2011

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Terça-feira, 17 de Junho de 2014

Fragilidades#1

No meio destes meus 35 anos, com um filho de 3 anos acabados de fazer e à espera de outro bebé com, neste momento 16 semanas de vida, precisei sentar-me, pensar, e chegar à conclusão de que, mais do que já mudou a minha vida naturalmente, eu vou ter de mudar mais ainda e impor-me objectivos para que a vida seja mais... leve. Não sei se a palavra leve é a mais indicada mas, é assim que me sinto há pelo menos 3 anos. Pesada, cansada, exausta, sem espaço para o EU. Ser mãe tem coisas deliciosas, tão boas que nem nos lembramos das outras que necessitamos para sermos mais Mulheres para além de só mães. O tempo voa tão depressa que parece não haver espaço para mais do que tratar deles, alimentá-los, dar-lhes banho, levá-los ao parque, à natação, brincar, tratar da roupa, da casa, etc... e a juntar a isto, mais de 8 horas do dia a trabalhar fora de casa. Deixei de conseguir ver-me ao espelho, ver-me com olhos de ver. Deixei de sentir-me para além de mãe. Deixei de ver a namorada, a amiga, aquela que gosta e precisa dos seus livros, da sua escrita, de deambular pela rua sozinha, de ficar a olhar o mar, de fotografar, de desenhar, de dançar, de não pensar em nada, de não ouvir ninguém a não ser os sons do que me rodeia. Medo de que abraçar tudo o que me "pertence" seja egoísmo e sinónimo de falhar como mãe. Culpa, por poder estar a abdicar de tempo precioso com e para o(s) meu(s) filho(s). Uma culpa estúpida, talvez. Mas que me pesa como só eu sei. Trabalhar isto não vai ser nada fácil. Há coisas em nós que estão  tão intríssecas que arrancá-las de nós deve ser mais doloroso que uma depilação completa a cêra. Mas preciso encontrar-me, nem que para isso eu precise de acreditar, inicialmente, que o estou a fazer para bem dos meus filhos. Afinal de contas... eu acredito que ter uma mãe feliz e leve deve fazer uma grande diferença para se crescer (feliz). 


Escrito por zita às 10:42

link do post | comentar | favorito

Fevereiro 2015

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
12
13
14

16
17
18
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28


tags

todas as tags