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Sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008

Não há nada como o primeiro...

... beijo, o primeiro namorado, o primeiro amigo(a), o primeiro livro, a primeira compra que fazemos com o nosso ordenado, o primeiro carro, a primeira vez que entregamos o corpo (e a alma), o primeiro filho (calculo porque não sou mãe e, apesar de achar que deve ser sempre uma experiência única, calculo que o primeiro filho deve ser sempre...). Tudo o que nos é novo e para o qual não possuimos experiência e, por conseguinte, não temos defesas, é sempre vivido de forma única, genuína e sincera. Eu que achava que o sentido da vida era tornarmo-nos sábios, melhores como seres humanos, podermos fazer algo para mudar o mundo de dentro para fora, de fora para dentro, amar, semear, dar, receber e morrer maior do que se nasceu... hoje, pelo pouco que vivi, pelo pouco e muito que outros à minha volta vivem e viveram... vacilo. Não sei se coincide apenas com uma fase menos optimista (geral?), se é pura coincidência, se apenas quis acreditar nisso porque me era mais fácil aceitar a efemeridade, se o facto de me estar a nascer o dente do siso e estar com dores do car**** e isto, tal como o nome diz, afecta o nosso juízo (das coisas), não sei se é de estar a chegar à meta dos 30... a verdade é que nós não nos tornamos melhores, nem mais sábios, nem maiores... Não, nós mirramos, nós perdemos cabelo, nós perdemos as formas, nós perdemos amigos, nós perdemos empregos, perdemos sinceridade nos gestos e nas palavras, perdemos sorrisos, perdemos elasticidade, perdemos memória, perdemos vitalidade, perdemos tanto que, estupidamente, ainda nos tornamos mais exigentes, mais selectivos, mais defensivos, mais inseguros, mais desconfiados, mais revoltados... É claro que se ganha sempre qualquer coisa (mal de nós se daqui a 20 anos tivessemos só o que conquistámos até hoje) mas não sei até que ponto o saldo é positivo.

Perguntem a uma criança o que é o amor ou a amizade e vejam como ela responde sem "filtros" e com uma sabedoria(?) tal... perguntem a alguém que tenha passado dos 25 anos e vejam a diferença... Eu só oiço "não sei"... O que sabemos nós então nesta fase da vida? Sabemos ler, sabemos escrever, sabemos contar, sabemos até o que é tirar uma licenciatura, mas não sabemos nada de nada de sentimentos, sentimentos puros, verdadeiros, sem mágoa e sem dor... tal qual uma criança. E alguns, até podem dizer que isso é fruto da experiência e que revela que crescemos, que amadurecemos, que cada vez sabemos mais mesmo que de forma dolorosa às vezes... balelas! Não estamos a crescer... estamos a envelhecer e, não é fácil manter o espírito de criança porque, não há nada como o primeiro... beijo, o primeiro namorado, o primeiro amigo(a), o primeiro livro...


Escrito por zita às 17:13

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