posts recentes

Ai esta cabeça

Des(ilusões)

Que frustração

arquivos

Fevereiro 2015

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Abril 2014

Março 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2011

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007


Quinta-feira, 29 de Agosto de 2013

Ai esta cabeça

Hoje apercebi-me que, no seguimento de ter limpo o meu carro de coisas que já lá estavam há algumas semanas. Mandei para o lixo, dentro de um dos sacos do jornal Expresso, uma pasta com alguns documentos do David como o Boletim de vacinas, o Boletim de Saúde, umas fotos, receitas e recibos... fiquei para morrer. Ainda liguei para a empresa de recolha de lixo mas... nada feito... foi-se... tudo! 


Escrito por zita às 23:18

link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 24 de Maio de 2010

Des(ilusões)

Como uma chuva num dia de sol

O cheiro dele as flores desapareceu

E no ar, o cheiro a terra molhada

E o Amor dele que nunca foi teu.

Sozinha na sombra do dia

Tentas caminhar na escuridão.

Procuras respostas aos teus porquês.

Tentas secar a tua alma em perdão.

Mas a chuva que cai nesse teu corpo

Que o amou sem muito pensar,

Cai como lâminas afiadas

Abre feridas que não sabes como sarar.

Não vês ninguém na rua.

Não encontras onde te abrigar.

Corres à procura dele...

Cais no teu próprio chorar.

Na tua bagagem a sinceridade,

A fé, a amizade e o acreditar

Pesam-te como pedras da calçada

Custa-te tanto caminhar.

Jamais haverá outra Primavera

Igual à que conseguiste imaginar

O cheiro dele a flores desapareceu

E tu procuras onde te encontrar.

Algures um arco-iris virá...

Ou um abraço, ou alguém

Ninguém morre por causa de chuva

Ninguém, mesmo ninguém!

 

(Que nada te derrube. Que ninguém te faça parar. Desilusões haverão sempre... assim como gente para amar).


Escrito por zita às 20:02

link do post | comentar | favorito
|

Quinta-feira, 13 de Setembro de 2007

Que frustração

Queria tanto gostar, queria tanto fazer parte daquele clã de (quase) viciados (porque como se diz, ou se ama ou se odeia)... eu juro que fiz de tudo para gostar mas não consegui, confesso que já tentei duas vezes e que ontem, foi a última vez (ou não) e, ainda parece que tenho o sabor na boca, e só não cuspi para o guardanapo por educação e, por uma questão de etiqueta, engoli, engoli com muito esforço e quase me vieram as lágrimas aos olhos.. carissímos... estou a falar de sushi:)

E dou-me por derrotada... aqueles sabores e texturas não convenceram as minhas papilas gustativas nem o meu olfacto... Sou uma portuguesinha que entre um restaurante Japonês ou uma tasca  com cheiro a cerveja e tremoços, que serve aquelas bifanas gordurosas no pão, caracois e afins, vai sempre optar pela tasca...

Tu, homem da minha vida, como vês não te saio nada cara... fico contente com um pires de pipis:)

Estou: frustrada

Escrito por zita às 12:34

link do post | comentar | favorito
|

Fevereiro 2015

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
12
13
14

16
17
18
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28


tags

todas as tags