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Sábado, 21 de Junho de 2014

Não há amor como o primeiro...

... dizem. Mas uma segunda oportunidade é meio caminho andado para não se cair nos mesmos erros. Haverão outros certamente.

O meu amor pelo David é incontestável. No entanto, a partir do momento que soube que estava grávida foi um turbiulhão de emoções, muitas delas, mais destrutivas que construtivas. Foi uma ansiedade, uma enxurrada de dúvidas e "mas" que não me permitiram estar, aquando o nascimento, o suficientemente confiante para viver aquele momento maravilhoso em pleno. Ainda hoje não sei se o facto do David acordar várias vezes durante a noite, quase até aos 3 anos, era uma coisa natural com a qual não soube lidar de forma saudável ou se a instabilidade dele era consequência do meu cansaço originário da privação do sono. Como se de um circulo vicioso se tratasse. Quis erradamente ser tão competente como mãe como me imponho ser num qualquer trabalho ou tarefa que me deleguem. Achei erradamente que rotinas não podem nem devem ser quebradas NUNCA. Não pedi estupidamente ajuda quando deveria ter pedido. E, apesar das maravilhas e das memórias boas que tenho e registo no blog do David, o saldo era sempre igual a um cansaço do qual só restavam forças e ânimo para o bébé. Não me restava mais nada para dar a mim ou aos outros mas, principlamente a mim e... (isto que vou escrever nunca o disse a ninguém) fui-me arrastando com forças que nem eu própria conhecia para criar uma criança feliz. O David é extremamente feliz. Não tenho e não tenham dúvidas. Apesar do cansaço eu nunca deixei de rir, brincar, sair, fazer palhaçadas... O meu corpo é que ainda está(va) a recuperar de noites de sono de poucas horas, interrompidas contantemente. Um mês depois do David começar a dormir noites seguidas, começo a desconfiar dos sinais do meu corpo negando compulsivamente o que um teste de gravidez veio comprovar: outro bebé vem a caminho.

Curioso, ao contrário da gravidez do David, durante as primeiras semanas andei um pouco como que anestesiada. Até à primeira consulta, vivi sem ansiedade e sem pressa a constantação mais visivel de um feijãozinho a crescer com um coração a bater. Da primeira gravidez convenci-me que era uma menina que carregava no ventre e quando a médica me disse ser um menino fiquei... Por incrivel que pareça, e ao contrário dos outros, não tenho urgência nenhuma em saber o sexo deste bébé. Cada dia é um dia e quero vivê-lo calmamente. Talvez a sabedoria que trago da vivência anterior me dê mais serenidade, confiança e segurança para lidar com o menos agradável de um pós-parto. Assim espero. E apesar de estar a ser tudo diferente até agora e de não duvidar que vai ser maravilhoso viver um amor em dobro, tenho a certeza que... Não há amor como o primeiro...


Escrito por zita às 12:04

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