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Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008

Lis(boa)

… é boa.
O corpo cheio de curvas.
Vai-se por ela acima, por ela abaixo e,
em cada esquina um abraço
com uma história qualquer
Veste saias rodadas, desengonçadas.
Fala alto com quem por ela passa,
mesmo que quem por ela passe
não tenha tempo de a olhar
Cheira a castanhas assadas,
molhadas, salgadas
e tem no rosto um sorriso a mar
Nos lábios rosas vermelhas
roubadas, compradas
em floristas cansadas
de tanto por elas gritar.
Namora escondida nos jardins
e nos miradouros por ela espalhados
Não recusa um beijo malandro
e não tem medo dos que lhes são roubados.
Perde-se na noite estrelada
por entre fado e solidão
Adora guitarras e homens da noite
com quem acaba as noites na cama
de cigarro na boca e copo de vinho na mão.


Escrito por zita às 15:32

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Quarta-feira, 26 de Novembro de 2008

Pena(s)

Há algumas pessoas de quem tenho tanta pena pela educação que (não) tiveram e pelos traumas que carregam que, creio eu, se tivessem nascido de um ovo (e mesmo que tivessem penas no lugar dos pêlos) seriam pessoas muito mais felizes e aprazíveis.


Escrito por zita às 15:07

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Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008

Contagem decrescente#3

 

Já só faltam 15 dias

 

 

 


Escrito por zita às 12:55

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Constatação#9

Um dia amei alguém, que hoje em dia não sei, se algum dia foi quem eu  amei.


Escrito por zita às 12:51

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Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008

Des(culpas)

Não gosto quando mas pedem. Custa-me pedi-las. Acho sempre que poderiam ter sido evitadas. Desiludo-me muitas vezes porque se repetem desculpas e mais desculpas das mesmas culpas. Evito-as porque não apagam nem remendeiam. Não posso com as “esfarrapadas”. Detesto-as porque são muitas das vezes uma forma de desculpar a irresponsabilidade, a imoral, a mentira e a preguiça.


Escrito por zita às 16:11

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Sexta-feira, 7 de Novembro de 2008

De(leituras)#1

 

Ontem de manhã vim com ela debaixo do braço no autocarro, no comboio e no Metro (a quantidade de transportes que uma pessoa tem de apanhar). Depois pousei-a na caixa MB, bebi café, fumei um cigarro e de repente... apercebi-me que a havia deixado em algum lugar. Procurei junto da caixa MB e no café, procurei outra vez na caixa MB e nada. Entrei no banco a pensar: "- Alguma alma caridosa tem de a ter entregue no banco." E lá estava ela... "A rapariga que inventou um sonho"... que tem andado comigo para todo o lado.

 


Escrito por zita às 15:19

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Terça-feira, 4 de Novembro de 2008

Já decidi...

... em alternativa à gentinha que anda de telemóveis na mão a distribuir o som (?) que sai dos seu telemóveis ao mundo que os rodeia... eu decidi que vou começar a ler os meus livros em voz alta nos transportes públicos.... a ver se também gostam!


Escrito por zita às 09:24

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